9 de fevereiro de 2011

O Tesouro do Capitão Kidd em Fernando de Noronha

O arquipélago de Fernando de Noronha é repleto de lendas e histórias fantásticas. Uma delas diz que o famoso pirata inglês Francis Drake esteve na ilha no final do século XVI para esconder em uma caverna parte do tesouro que havia saqueado de outros navios, ou seja , uma tremenda bufunfa.

Até hoje existe em Fernando de Noronha a “Caverna do Capitão Kidd”, alcunha pela qual Francis Drake era conhecido. A bufunfa nunca foi encontrada lá, mas há quem diga que ele , que não era tonto, nem nada, pode ter escondido todo esse cascalho na caverna que fica abaixo da Fortaleza dos Remédios, também conhecida como Caverna dos Suspiros ou Caverna do Funil.

William Kidd, popularmente conhecido como Capitão Kidd (Greenock, 22 de janeiro de 1645 - 23 de maio de 1701), foi um corsário escocês. Recebeu ordens da Inglaterra para controlar a pirataria francesa na região de Madagascar. Levado para o mar ainda criança, emigrou para a América do Norte, residindo em Nova Iorque em 1690.

Possuiu o próprio navio mercante e em 1689 distinguiu-se como capitão a serviço da Inglaterra contra a França nas Índias Ocidentais Francesas. Enriqueceu rapidamente, sendo bem casado com uma viúva inglesa, Sarah Oort, que possuía duas propriedades herdadas dos dois maridos anteriores a ele. Foi introduzido na política e conheceu o coronel Benjamim Fletcher, Governador de Nova Iorque, conhecido pelos envolvimentos comerciais com piratas. Para terminar com a pirataria na costa, o rei nomeou como governador a Lord Bellmont. Em 1695 o capitão Kidd estava em Londres com o seu navio, o "Antigua".



Em Nova Iorque, Robert Livingston propôs-lhe o negócio de capturar os piratas e acabar com os saques. Lorde Bellmont, que estava em sua residência de Londres, recebeu Kidd como convidado, apresentando-o a pessoas influentes que poderiam financiar a campanha. Eles entraram em contato com um amigo próximo do rei, Sir John Sommers, o duque e Chanceler de Shresbury, o Secretário de Estado Sir Edward Russell, Lorde de Oxford, e o Conde Rommey. Os bens capturados seriam divididos: 10% para a Coroa, 60% para os financiadores do governador de Nova Yorque (Bellmont), permanecendo 15% para Livingston e Kidd e 15% para a tripulação. Assim acertados, foi entregue a Kidd uma carta de corso que o autorizava a capturar bens que pertencem aos inimigos francesesna costa de Madagascar. A coroa também lhe recomendou a missão de capturar piratas, navios e bens com uma advertência de não voar na goela de amigos e aliados da Inglaterra.

William Kidd tentou abandonar a companhia no começo mas foi pressionado por seus mais influentes financiadores. Teve teve que vender o "Antigua" para integralizar a sua parte nas despesas da campanha e adquiriu o navio "The Adventure Galley". Levaram na tripulação homens com famílias como precaução para que eles não tivessem a tentação de se dedicar à pirataria.

O primeiro incidente infeliz aconteceu quando se omitiram a cumprimentar um navio da Marinha Inglesa, preceito obrigatório a todos os navios que entravam e saíam do porto. A fragata abriu fogo contra o navio de Kidd e, com desrespeito os homens do "The Adventure Galley" mostraram as suas nádegas para a fragata. Como consequência, o navio de Kidd teve a sua tripulação trocada por marujos à margem da lei.

Kidd retornou a Nova Iorque e recrutou o restante da tripulação entre homens em situação desesperada. Após um ano no mar não tinha conseguido uma só presa e a campanha que havia começado a especular, começou a ser dedicada à pirataria. Em abril de 1697 ancorou no mar Vermelho à espera que passasse algum navio francês ou pirata. Depois de uma espera de três semanas, atacaram um navio mercantil islâmico. O "Espectro", navio sob o comando do capitão Edward Barlow, que fazia a escolta à frota mercante, estava com o pavilhão inglês e atirou na "The Adventure Galley", rechaçando o ataque. Quando Barlow chegou a Karwar em 14 de outubro, descreveu Willian Kidd em seu relatório como tendo se transformado em um pirata.


Em novembro Kidd teve que dar um baita susto em toda a sua tripulação para evitar que a coisa fedesse pro lado dele, tudo porque um navio mercante surgiu com bandeira inglesa e os piratas quiseram abordá-lo. Em um confronto com William Moore, Kidd bateu-lhe com um cubo na cabeça, vindo Moore a falecer no dia seguinte. O primeiro saque só ocorreu dois anos depois: era o "Maiden" um navio árabe que foi renomeado como "Novembro". Kidd acreditou que tinha trabalhado dentro da lei porque o capitão holandês tinha mostrado passagens francesas. Após o Natal de 1697  ele e toda a sua banca puseram as patas em um navio árabe que tinha partido da costa do Malabar e um navio português com mercadorias das Índias Orientais. No dia 30 de janeiro de 1698 capturou o galeão "Quedagh Merchant" capitaneado por um inglês chamado Wright. Com bandeira francesa depois de abordada a presa lhes mostrou passagens francesas.

A tripulação deixou bem claro que não ia devolver o navio nem a pau quando foi descoberta a sua verdadeira identidade. Treze membros da tripulação desertaram em Culliford, incluído Robert Bradinham e Joseph Palmer, que testemunharam contra Kidd na tentativa de salvarem-se. A tripulação queimou o "Novembro" e eles prenderam Kidd em seu camarote. Depois da rendição de Kidd, esvaziaram o "The Adventure Galley" que apresentava entradas perigosas de água. Permaneceram no "Quedagh Merchant", recrutaram alguns novos tripulantes e voltaram para casa com o saque. Entretanto, uma frota inglesa da Companhia Britânica das Índias Orientais tinha sido enviada para a sua captura.

O perdão que foi oferecido a todos os piratas, fez Kidd e outros dois rodarem feio. Depois de três anos no mar, Bellmont voltou com sua esposa e as filhas, e o governador foi encarcerado na prisão de Stone. Em março de 1701 compareceu diante da Câmara dos Comuns, que recomendou que fosse levado ao Tribunal do Almirantado em 8 de maio. Não foi permitido a ninguém botar a mão no fogo a favor deles. A primeira sentença recebida foi a de culpado pelo assassinato de William Moore. Kidd, na segunda dançou (e como dançou!) por pirataria, sendo condenado à morte por enforcamento. O seu corpo foi mergulhado em alcatrão e pendurado à beira do rio Tâmisa, como advertência aos piratas.

Quer ir na captura do Tesouro do Capitão Kidd, malandro?

Na boca-miúda correu a história de que nessa caverna morava um terrível dragão guardião do money. De fato, na caverna é possível ouvir o famoso “ronco do leão”, um barulho ensurdecedor causado pelo mar que penetra na caverna durante o período de maré cheia (ou seria mesmo o dragão? Algum corajoso se habilita?).Quer ir lá pra ver de perto?

Salve D. Sebastião, o Touro Negro dos Lençóis!

D. Sebastião, rei de Portugal, que originou o fenômeno do Sebastianismo, ou seja, o mito do redentor da pátria, o salvador dos portugueses e brasileiros. Segundo a versão histórica portuguesa, em l580, quando atingiu 2l anos e logo depois de ter assumido o trono de Portugal. D. Sebastião foi para o Norte da África tomar a cidade de Alcacer-Quibir aos mouros, como parte de uma cruzada para expandir a cristandade.
O couro do boi do Bumba-meu-Boi, principalmente os de sotaque de zabumba e de pandeiros de costa de mão, das regiões de Cururupu e Guimarães, costuma ter a ponta dos chifres em metal dourado e traz, bordada na testa, uma estrela de ouro e jóias. Afirma-se que essa estrela e os chifres com ponta dourada constituem alusão ao touro encantado e aos tesouros de Dom Sebastião na ilha dos Lençóis.

Conta-se ainda que tudo o que existe em Lençóis pertence ao Rei Sebastião e que ninguém ouse botar uma pata sequer no que é de Sua Majestade. Quem tentar levar alguma coisa que pertence à ilha terá que devolver o quanto antes, sob pena de arriscar a própria vida e a de todos os seus companheiros, pois o barco pode virar e levar todos para a morada real, identificada como o Reino ou Palácio de Queluz (embora este só tenha sido construído no século XVIII, na cidade de Sintra, muito depois de sua época).
A guerra contra os mouros foi um fracasso, mas como o corpo do rei D. Sebastião, supostamente morto em combate nunca foi encontrado, originou-se à lenda do sebastianismo, segundo, a qual o rei não teria morrido e retornaria às praias de Lisboa, numa manhã de nevoeiro. A lenda contada por Erasmo Dias e relatada por Cascudo diz que, depois de desaparecer de Alcacer-Quibir, o rei veio com a corte do Palácio de Queluz encantar-se nas praias dos Lençóis, entre os municípios de Cururupu e Turiaçu, no Maranhão. Não por acaso, o Palácio de Queluz foi a última residência oficial de D. João VI, antes de ser obrigado pelas tropas napoleônicas a fugir para o Brasil em l808 com parte da sua corte, deixando para trás um país entregue às guerras napoleônicas.

Nas noites de sexta-feira, não havendo luar, aparece um grande touro negro com uma estrela resplandecente na testa. Quem estiver na praia será tomado de pânico irresistível. Quem estiver no mar ouvirá o canto das açafatas, entoado no fundo das águas, onde está a cidade encantada d'el-Rei D. Sebastião. Quem tiver a coragem de ferir o touro na estrela radiante vê-lo-á desencantar-se e Sua Majestade aparecer. A cidade de São Luís do Maranhão submergir-se-á totalmente e diante da praia dos Lençóis emergirá a cidade encantada, onde o rei espera o momento da sua libertação. Na praia dos Lençóis é proibido pelos pescadores levar-se qualquer recordação local, que tenha sido colhida na praia ou n'água do mar: conchas, estrelas, búzios, algas secas, jóias." (CASCUDO,1984, p.758)

Adaptada para o Bumba-Meu-Boi como idéia fundante, a lenda desloca o aparecimento do touro encantado das noites de sexta-feira para o período junino, onde o rei, sob a forma de um touro reluzente, coberto de pedras preciosas, com olhos em fogo, fulgurante estrela na testa, chifres de ouro, boca em brasa e a desabalado galope, percorre o Maranhão apavorando e protegendo o povo humilde. É um touro violento que não se deixa domesticar, mas se deixa domar para alegrar São João. É em função desta lenda que se diz ainda hoje no Maranhão que para ser de peso o folguedo tem que ter um touro valente na roda capaz de derrubar qualquer vaqueiro, pular qualquer cerca, acabar com qualquer vadiagem. É provável que também a lenda do sebastianismo tenha sido levada para o Maranhão pelos portugueses imigrantes do Norte de Portugal e depois adotada pela Igreja Católica, a partir do culto ao messianismo.


Afirma-se que as dunas de areia da Ilha dos Lençóis têm semelhanças com o campo de Alcácer-Quibir, onde el rei dom Sebastião desapareceu. Lençóis é considerada uma ilha encantada, que serve de morada a dom Sebastião. Seu reino está oculto no fundo do mar, próximo aquela ilha. O rei vive em seu palácio submerso e seu navio, por mais que tente, nunca encontra a rota para Portugal. Dizem que nas noites de sexta-feira dom Sebastião aparece na praia na forma de um touro negro, com uma estrela de ouro na testa. Se alguém conseguir atingir a estrela e ferir o touro, o reino será desencantado, a cidade de São Luís irá submergir e aparecerá uma cidade encantada com os tesouros do rei.

A Maldiçao do Holandês Voador

Em antigos documentos, pode-se encontrar registros de um navio real que zarpou de Amsterdã em 1680 e foi alcançado por uma tormenta no Cabo da Boa Esperança. Como o Capitão insistiu em dobrar o cabo, foi condenado a vagar para sempre pelos mares, atraindo outros navios e, por fim, causando sua destruição. Vários relatos sobre o tal navio foram considerados miragens, embora haja uma grande variedade de detalhes descritos pelas testemunhas. No entanto não é o primeiro mito destas águas, depois do Adamastor descrito por Camões nos Lusíadas.O futuro rei da Inglaterra Jorge V e sua tripulação de 12 homens em seu navio, o HMS Inconstant, avistaram o navio-fantasma no dia 11 de Julho de 1881 quando navegavam em torno da Austrália. A lenda diz que o capitão Cornelius Vanderdecken foi amaldiçoado e condenado a vagar pelos mares para sempre. A lenda da embarcação-fantasma Holandês Voador é muito antiga e possui diversas versões. A mais corrente é do século XVII e narra que o capitão do navio se chamava Bernard Fokke, o qual, em certa ocasião, teria insistido, a despeito dos protestos de sua tripulação, em atravessar o conhecido Estreito de Magalhães, na região do Cabo Horn, que vem a ser o ponto extremo sul do continente americano. Ora, a região, desde sua primeira travessia, realizada pela navegador português Fernão de Magalhães, é famosa por seu clima instável e sua geleiras, os quais tornam a navegação no local extremamente perigosa. Ainda assim, Fokke conduziu seu navio pelo estreito, com suas funestas consequências, das quais ele teria escapado, ao que parece, fazendo um pacto com o Diabo, em uma aposta em um jogo de dados que o capitão venceu, utilizando dados viciados. Desde então, o navio e seu capitão teriam sido amaldiçoados, condenados a navegar perpetuamente e causando o naufrágio de outras embarcações que porventura o avistassem.

Bernard Fokke, Capitão do Holandês Voador

Existem histórias que citam o capitão de um navio que, ao atravessar uma tempestade, foi visitado por Nossa Senhora, que atendia às preces dos marinheiros desesperados. Culpando-a pelo infortúnio, atacou a imagem (ou amaldiçoou-a), atraindo para si a maldição de continuar vagando pelos sete mares até o fim dos tempos.

Durante a segunda guerra mundial, o contra-almirante nazista Karl Donitz, oficial de alto escalão do exército alemão, reportou a Hitler que uma das suas tripulações mais rebeldes comunicou que não iria participar de uma viagem a Suez pois havia visto o Holandês Voador. No ano de 1939, 100 nadadores que descansavam na Baía Falsa, na África do Sul, disseram ter avistado o Holandês Voador.


O navio foi visto pela última vez em 1632 no Triângulo das Bermudas comandado pelo seu capitão fantasma Amos Dutchman. O marujo disse que o capitão tinha rosto de peixe e corpo de homem, assim como seus tripulantes. Logo após contar esse relato, o navegador morreu. Uns dizem que foi para o reino dos mortos; outros, que hoje navega com Dutchman no Holandês.

Olha o Holandês Voador aí, gente!

5 de fevereiro de 2011

Carteira de Namoro

Em vez de uma capa azul com o nome do Ministério do Trabalho, uma capa vermelha com o nome do Ministério do Namoro – Secretaria de Relacionamentos Emocionais. É a Carteira de Namoro, que está chegando às livrarias e papelarias do Brasil. O presente traz páginas para registrar os momentos mais legais do relacionamento, uma lista com os direitos e deveres dos namorados, férias da relação e também as regras de segurança no namoro.O público teen e os apaixonados de todas as idades vão gostar da idéia, uma criação da autora Marcela Catunda,  é só você baixar, impirmir e dar para quem você ama!
 


30 de janeiro de 2011

Noroeste toma nabo do Americana em pleno Alfredão!

Quatro empates e uma derrota incontestável por 5 a 1 para o Americana ontem decretaram a demissão do técnico Luciano Dias do comando do Noroeste. O presidente Damião Garcia e o diretor executivo do Noroeste, Beto Souza, têm reunião agendada para hoje em São Paulo para discutir um nome para salvar a Maquininha Vermelha do rebaixamento, que agora vai rolar mesmo. O time ocupa a 15ª posição com quatro pontos ganhos em 15 disputados estando à frente apenas de Mogi Mirim (com um jogo a menos), Botafogo, Linense, São Caetano e o lanterna Grêmio Prudente. Após assistir ao Norusca Cagão  levar um verdadeiro nabo do Americana  em pleno Alfredão, seo Damião Garcia anunciou em coletiva de imprensa que a posição do técnico Luciano Dias era insustentável.

“Infelizmente não tem como ele ficar mais na equipe. O elenco não é tão ruim, mas perder em casa de goleada é difícil”, assumiu Damião. O presidente adiantou que não tem um nome preferido. Fala-se no nome de Jorge Saran para assumir interinamente o comando no jogo contra o Paulista, na quarta-feira, às 17h, em Jundiaí.

Damião Garcia garantiu a permanência de Beto Souza mesmo sendo um dos responsáveis pela montagem do elenco ao lado de Dias. “Ele continua firme e fica o tempo que ele quiser”, frisou o presidente. Na coletiva de imprensa Dias procurou minimizar a fraca campanha da equipe, que em cinco partidas soma quatro pontos com quatro empates e uma derrota. “Só se vê o lado negativo. Saio de cabeça erguida e sei do trabalho realizado aqui em prol do clube durante um ano”, defende-se. Já na chegada ao Alfredão público e imprensa foram surpreendidos com o corte do atacante Vandinho que teria sido vetado com dores após teste no hotel, momentos antes da partida. Como o time não jogou nada ontem, sobrou também para o Departamento Médico do Norusca. “Na concentração fiquei sabendo que o Vandinho estava contundido e não poderia jogar. Acho que falhou (o Departamento Médico) por não ter sido comunicado”, salientou o técnico depois de levar uma goleada inquestionável.

O médico Omar Haddad informou que o jogador estava com “desconforto na coxa” e, após treinamento da sexta-feira, sentiu dores. “Fizemos um exame de ressonância magnético e constatamos uma lesão e achamos que ele não deveria ir para o jogo”, declarou o médico. “Quando as coisas estão difíceis começam a falar coisas sem sentido”, finalizou. Esse ambiente explica a última semana de Luciano Dias no comando do Noroeste. No quarto empate contra o Bragantino, por 2 a 2 na última quarta-feira, jogadores de defesa tiveram chiliques dentro de campo. O centroavante Zé Carlos visivelmente contrariado por ter que esquentar o banco, evitou se expor para a imprensa após o treino da última sexta-feira. Ontem, extraoficialmente, o treinador e um jogador se desentenderam e daí pra diante começou a voar pena para tudo quanto é lado no vestiário.
Depois de tomar o segundo gol ontem contra o Americana, Dias e Zé Carlos protagonizaram outro desentendimento quando o centroavante aguardava para adentrar em campo. Zé Carlos não entrou e Dias foi demitido da direção do time. A equipe do  Baloubet du Rouet do Interior demonstrou alguns poucos minutos de lucidez durante a partida contra o Americana. Na primeira etapa, o que se observou foi um Alvirrubro perdido no setor de armação de meio-campo. O adversário percebeu o excessivo receio do time de Dias e jogou como se fosse o mandante da partida. Tanto que o primeiro gol do Americana, aos 36min da primeira etapa, saiu de uma troca de passes entre Marcinho e Fumagalli enfiando para o atacante Charles entrar desmarcado e bater de bico contra a saída desesperada de Yuri. Na sequência, Charles perdeu um gol absurdo ao escorar um cruzamento da esquerda sozinho de frente para os mais de sete metros de largura do gol. Na saída para o intervalo, o meia Ricardinho antecipou ao repórter da 87FM Jota Martins o que viria na segunda etapa: “A fase está complicada”.

Sem alterações, o time do Noroeste retornou para a segunda etapa com maior disposição. Aos 4min, Ricardinho invadiu a área após dar uma bola debaixo das pernas de um marcador – a segunda na partida – e rolou para o atacante Aleílson entortar um zagueiro e bater no alto sem chances para Jailson. Foi só o que fez o Noroeste na segunda etapa.

O restante da partida foi um treino do time comandado pelo inteligente técnico Edinho Nazareth contra o punhado de jogadores com a camisa do Norusca. Um gol após outro, todas as falhas demonstradas nos quatro empates foram aparecendo só que no mesmo jogo. No quarto gol, Charles tirou a bola do meia Altair dentro da área do Noroeste com uma facilidade que deu dó do jogador alvirrubro. Yuri nada pode fazer com a conclusão do atacante que marcava seu terceiro gol na partida aos 32min. Antes Fumagalli fez o seu aos 17min, depois Charles novamente aos 26min marcou 3 a 1 para Americana. Para enterrar de vez, o zagueiro Da Silva paralisou com a bola na frente do avante adversário. Charles recebeu, deitou Matheus com um corte para dentro e ficou a espera que alguém entrasse. Rolou tranquilo para Léo Silva decretar 5 a 1 para o Americana e tacar um fumo histórico no Noroeste.

Por essas e outras, o Boteco do Valente parabeniza a Nação Alvirrubra, que pelo menos vai ter algo para comemorar esse ano, com o....

TROFÉU MICO DE OURO 2011:
CATEGORIA VEXAME HISTÓRICO
ESPORTE CLUBE NOROESTE


E para a já imensa galeria de títulos do torcedor noroestino: 
Versão Estendida:


28 de janeiro de 2011

Uma cidade chamada Guaçuí...

Sabe onde é Guaçuí? É uma pequena cidade do Espírito Santo, situada na região serrana do estado, em plena Mata Atlântica.Um lugar onde há muitos animais silvestres, inclusive veados. Tem uma história interessante, quer ver? Antigamente, era distrito do município de Alegre, bem pertinho. O primeiro nome de Guaçuí foi Veado, certamente por causa da existência de tantos desses bichos naquelas paragens. Aliás, a energia elétrica chegou ali trazida pela Companhia de Eletricidade Alegre Veado. Emancipado do município de Alegre em 25 de dezembro de 1928, o distrito de Veado virou cidade e manteve seu polêmico nome. Fica a 50 quilômetros da serra do Caparaó, cujo ponto culminante é o Pico da Bandeira, a quase 3 mil metros acima do nível do mar e até algum tempo o lugar mais alto do Brasil. Embora gente pacífica, seus habitantes não se conformavam com o nome da cidade.Muitos se constrangiam ao responder onde moravam e, ao dizer o seu gentílico, eram motivo de galhofa:

 – Quem nasce em Veado, é o quê (epa! começavam as piadinhas imbecis!)?

Começou um movimento para alterar esse nome. A comunidade pressionou o prefeito a solicitar a mudança ao IBGE alegando os motivos óbvios. Meses depois, cumpridos os trâmites legais e burocráticos, a cidade passou a chamarse Siqueira Campos. Siqueira Campos?, estranhavam alguns desinformados. Quem era? Logo ficaram sabendo que o novo nome homenageava Antônio de Siqueira Campos, militar e um dos líderes dos chamados tenentes da revolução de 1930 que levou Getúlio Vargas ao poder. Um dos “18 do Forte de Copacabana”, exilou-se posteriormente no estrangeiro e participou da épica Coluna Prestes. Morreu na queda de um avião nas proximidades de Montevidéu, no Uruguai, e deixou uma legenda de audácia e heroísmo. Pois bem, tudo corria em paz na cidade agora chamada Siqueira Campos, até surgir inesperado problema que provocou viva indignação na família do homenageado. Um problema de ordem postal, veja você. Como naquele tempo ainda não havia sido instituído o Código de Endereçamento Postal (CEP) pelos Correios, as pessoas passaram a expedir as correspondências para tal cidade identificando assim o destinatário:

Ilmo. Sr.
Fulano de Tal
Rua Tal, número Tal
Siqueira Campos (ex-Veado)
Espírito Santo, ES

Aí começou o pampeiro! Positivamente, pegava muito mal para a memória do supracitado militar. A família, bastante irritada, exigiu nova mudança. Não foi fácil nem rápido.O processo se arrastou com exaltadas discussões no plenário da Câmara Municipal, em debates envolvendo grupos familiares e religiosos, irados membros da TFP, senhoras apreensivas e perplexas.Ao que se saiba, os poucos gays que, na época, já haviam saído do armário,embora estivessem a favor da manutenção da explicação postal, não criaram maiores problemas. Afinal, pacificados os ânimos e com a promessa do IBGE de atender ao pedido de nova mudança do nome, a cidade aguardou a decisão. Ela veio. Siqueira Campos passaria a chamar-se, doravante, Guaçuí. Mas o que significava Guaçuí, todos se perguntavam nos bares e esquinas da cidade. Ninguém sabia, até que um sujeito curioso sobre a origem das palavras consultou bons compêndios e trouxe a resposta. Guaçuí, em tupi, quer dizer veado grande. Hoje, a vida segue mansa na “Pérola do Caparaó”, ninguém mais reclamou...

Por que o Wander aqui é VASCO assumido ???

Porque o VASCO é a síntese do Brasil.

É o branco e o negro, o suburbano de São Cristovão e o playboy da Barra, o Português, o sujeito da periferia de Bauru,  no interior paulista, como é o meu caso, e o nordestino...em qualquer lugar do Brasil, o VASCO está presente.

Tem a história mais bonita de um clube brasileiro...Sofreu todos os tipos de preconceitos...Era o clube dos portugueses, dos negros, dos suburbanos...e superou todas, é claro, mesmo sofrendo várias perseguições até hoje.

Produziu os maiores artilheiros do país...Ademir Menezes, Vavá, Roberto Dinamite, Edmundo e o maior de todos, Romário.

Foi o pioneiro na aceitação de negros e pobres na sua equipe...se não fosse o VASCO, talvez não teríamos assistido Pelé (vascaíno) e Garrincha.

O primeiro clube, a montar um grande time no Brasil, o Expresso da Vitória, a ganhar um Título Internacional, a ser uma Potência Olímpica, a ganhar um Brasileiro para o Rio,a construir um grande estádio, o pioneiro desbravador do futebol Brasileiro.

O time que nunca desiste, o time das vitórias e títulos impossíveis, o Time da Virada, o Time do Amor.

O VASCO é o time mais fácil de se torcer, não precisa ser abreviado a "Mengo", "Nense", "Fogo"; o VASCO já nasceu dissílabo e paroxítono.

É o time do Carioca que pode arrastar o "S" de VASCO, bem devagarinho, para dar aquele swingue saboroso e único.

Todo Mundo Nasce VASCO; o cara é Cristão, então o Cara é VASCO. Quem faz o Sinal da Cruz, tem a Cruz de Malta cravada no lado esquerdo do Peito.

Enfim, o VASCO é o verdadeiro Time Popular...o FLA-PORCARIA é apenas populista.

26 de janeiro de 2011

GRSA/Itabom paga um mico daqueles na Luso!

Atual campeão paulista de basquete, Limeira venceu o Itabom/Bauru, ontem, por 97 a 94 pelo Novo Basquete Brasil (NBB), no ginásio da Luso. O time de Guerrinha teve sua sequência de três vitórias consecutivas quebrada em um jogo de confronto direto para a classificação, fora o mico que pagou dentro de casa. Com o resultado, a equipe permanece em 3º na classificação por pontos, mas caiu para 8º na por aproveitamento. O time de Bauru volta à quadra no dia 4 de fevereiro contra Joinville, em Bauru, às 20h.

Guerrinha foi conciso ao término da partida: “Como você quer ganhar um jogo se você leva 35 pontos no último quarto e dentro da sua casa?”. O cestinha da partida foi o armador Ronald Ramon com 28 pontos para Limeira, enquanto Fischer caprichou 25 pontos para Bauru. Guerrinha avalia que taticamente o jogo foi se complicando para Bauru no momento em que sua equipe não ampliou a vantagem de 15 pontos obtida no segundo período de jogo. “Brasileiro quando ganha aumento e põe o dinheiro na poupança, ele quer pensar como vai gastar. Depois faz falta”, compara Guerrinha.

O treinador faz um paralelo entre a derrota de ontem para Limeira, pelo NBB, e o insucesso na partida pelo Campeonato Paulista 2010 com placar de 85 a 80 para o time de Limeira, também em Bauru: “Foi a mesma derrota. Eles foram, foram e ganharam. No momento decisivo, os jogadores deles renderam mais”.

Guerrinha entende que a vitória de ontem representará muito não apenas pelo confronto direto, mas pelo aspecto do Itabom/Bauru não ter imposto respeito jogando em seus domínios. “É isso que alguns jogadores ainda não entendem por falta de idade e maturidade”, salienta o técnico de Bauru. Guerrinha acrescenta que faltou maior poder de marcação ao seu time. “Quem leva 97 pontos em casa tem que jogar mais no ataque”, ressalta.

O cestinha de Bauru ontem, Fischer classificou o segundo tempo do Itabom/Bauru como muito abaixo. “Tomamos 60 pontos no segundo tempo. É um absurdo e não iríamos ganhar de jeito nenhum”, acrescenta. Bauru venceu o primeiro quarto por 23 a 15, o segundo por 27 a 22, fechando o primeiro tempo com 13 pontos de diferença, com 50 a 37 no placar.

No entanto, no terceiro quarto a história do jogo começou a mudar com Limeira impondo uma marcação cada vez mais apertada. A 5min13seg para o fim do terceiro período, com a vantagem de 10 pontos – 59 a 49. Era a reação do adversário que conseguiu encostar no final do terceiro tempo finalizado em 69 a 62. Nos dez minutos finais, o time de Limeira apertou a marcação, com o armador Ronald Ramon, cestinha do jogo, fazendo excepcional exibição, e o Itabom/Bauru cometendo erros bobos no ataque. Era o fim das chances de vitória da equipe bauruense na partida, que acabou com vantagem de apenas três pontos para os rivais.

Olha o Diploma do Sofredor aí, gente!!

23 de janeiro de 2011

Bahia está na final da Copa SP

Em uma campanha histórica, o time júnior do Bahia deu mais um passo para a inédita conquista da Copa São Paulo, após vencer o América-MG, por 2 x 1, na semifinal da mais tradicional competição da categoria.

O tricolor é o primeiro time do Norte-Nordeste do país a chegar a uma final da competição. O que mostra a clara evolução das divisões de base do Bahia, na gestão do presidente Marcelo Guimarães Filho e do superintendente Newton Mota.

O "Esquadrãozinho", como o time tem sido chamado carinhosamente pela torcida, começou bem a partida e abriu o placar aos 31 minutos do primeiro tempo. Madson foi derrubado dentro da área e o árbitro marcou pênalti. O lateral mesmo bateu com estilo e balançou a rede do América.

Aos 37 minutos, o time mineiro empatou com Caleb, mas o Bahia não abaixou a cabeça.

Na volta do intervalo, logo aos 19, o tricolor tomou a frente do placar novamente. Após tiro livre indireto, Brendon rolou para Madson que bateu colocado e marcou seu segundo gol no jogo.

O time do técnico Laelson Lopes jogou com: Renan, Madson, Eduardo, Everton e Jussandro (Láercio) Anderson (João Marcos), Fernando e Brendon (Carioca) Igor, Fábio e Valson.

Na grande final da Copa São Paulo de 2011, Bahia e Flamengo se enfrentarão no Estádio do Pacaembu, na terça-feira, (25/01), em São Paulo, às 09h00 (horário da Bahia).

A torcida tricolor que reside na capital paulista, bem como no interior, está convocada para incentivar o Esquadrãozinho ao título inédito, e o Boteco do Valente está na torcida!
Bora Bahêaaaaa!

18 de janeiro de 2011

JEITINHO BAURUENSE DE DISCRIMINAR (Panfleto)

Bauru: cidade de branco e de negro! Bauru: cidade de miscigenação! Bauru é fado, bacalhau, azeite, catolicismo! Bauru é feijoada, capoeira, samba e umbanda! Ah, cidade perfeita para os trouxas que acreditam nesse falaz argumento. Bauru: cidade de hipocrisia e preconceito! Preconceito à bauruense! Nosso Ku-Klux-Klan é composto por contadores de piadas, péssimas e porcas piadas por sinal, as quais ao nosso jeitinho bauruense vão indicando quem tem que ser o superior. É a cidade onde o "amigo" pode discriminar o outro sem problemas, pois tudo não passa de uma boa piada. "Preconceito? Preconceito onde? Isso aqui é Bauru, cidade miscigenada. Tenho até uma porção de amigos deficientes, inclusive já saí com mulher gorda".

Pobres somos nós, cegos porque queremos, já que nos é muito simples presenciar tudo isso e no final dar uma risadinha para fingir que entendemos e gostamos da piada. A máxima bauruense é "Preconceito não existe aqui!" A culpa é posta sempre na "povaiada" que vê preconceito em todos os cantos. Rídiculo preconceito bauruense, o qual é tão cruel que culpa a pessoa que o sofre dizendo que está tendo alucinações, está louca ou dizendo apenas que foi uma brincadeirinha mal entendida. É nesse ritmo do "somos todos irmãos, porém eu sou o irmão melhor" que pessoas de várias características vão vivendo em Bauru. O jeitinho bauruense de discriminar começa a ser aprendido bem cedo, pode ser ensinado pela família que sem perceber vai tratando preconceituosamente todos os diferentes que estão ao seu redor, ou na escola, já que desde que a criança começa a ter contato com ideias preconceituosas trazidas por colegas ou pelos próprios professores, as quais passam muitas vezes despercebidas, são apenas brincadeirinhas inocentes de criança, bobeirinhas, mas que com o tempo vão ganhando força e marcando profundamente a pessoa que discrimina e que é discriminada.

Neste sentido, o Boteco do Valente, apesar de ser um blog modesto, com pouco tempo de existência, vem nesta Jornada Bauruense pelos Direitos Humanos dizer o seguinte: para desconstruir esse preconceito à bauruense é necessário que desde muito cedo se comece a trabalhar, mostrando nas escolas para as crianças que todos pertencem a uma raça comum e que cada diferença tem uma importância sem sentido, a qual foi usada em um passado muito próximo como pretexto para tornar algumas pessoas inferiores. Além disso, é necessário mostrar o quanto sofre uma pessoa diferente ao longo de sua vida simplesmente porque nasceu de outro jeito. Assim, investindo nessa luta desde muito cedo, construiremos uma cidade onde todas as piadas que serão feitas poderão ser ridas por todos, independentemente de etnia, orientação sexual, deficiência, classe social ou crença religiosa.

Bauru, 22 de novembro de 2010.
Jornada Bauruense pelos Direitos Humanos

BOTECO DO VALENTE
BAURU, INTERIOR PAULISTA, BRASIL

Copinha 2011:Tricolor passa para as quartas-de-final e Vitória toma pé na bunda!

Em um jogo emocionante na tarde desta terça-feira, no estádio Nicolau Alayon, Bahia e Vitória mostraram muita raça e levaram a decisão da vaga nas quartas de final para os pênaltis, onde o Bahia, que está no pico da audiência, mandou o Vicetória Cagão tomar o rumo de volta pra Salvador por 4 a 3. Os gols do eletrizante empate em 1 a 1 saíram apenas aos 43 e aos 48 do segundo tempo, com Rafael marcando para o Tricolor e Adauto marcando para o Rubro-Negro. O duelo, muito esperado por envolver uma das maiores rivalidades do Brasil, pouco mostrou em termos técnicos. Com muitos carrinhos, bolas divididas e entradas ríspidas, os dois times receberam seis cartões amarelos durante os 90 minutos.

O embate começou a pender para o lado tricolor quando, aos 18 minutos da segunda etapa, Clayton fez falta dira em Igor e recebeu o segundo amarelo, deixando os rubro-negros com um jogador a menos. Ajudado pela chuva que começou a cair na capital paulista, a equipe se valeu do campo pesado para igualar as forças mesmo com dez atletas em campo. No final do tempo regulamentar, porém, saiu o gol do Bahia. Madson cobrou falta, Adauto afastou mal para o meio da área e Rafael apenas empurrou para o fundo das redes, dando impressão de que o time estava classificado para as quartas de final.

Porém, num tremendo desespero, o Vicetória Cagão buscou o empate no último lance da partida, em belo chute de Adauto, que havia falhado no gol do rival. A bola ainda desviou na zaga e morreu no canto, sem chances para Renan. Na comemoração, Carlos Amadeu e Agdon invadiram o campo e também foram expulsos. A decisão, então, foi para os pênaltis. Nas penalidades, Romário (Vitória) e Rafael (Bahia) abriram fazendo os seus gols. Na sequência, Duylio (Vitória) mandou a cobrança nas estrelas e Fábio (Bahia) praticamente recuou para Luiz Gustavo. Depois, Mineiro e João Marcos marcaram pra cada lado. Na sequência, Alan Pinheiro bateu por cima e Valson marcou, colocando o Bahia na frente. Dankler ainda marcou para o Leão Banguela, mas Madson bateu com categoria e fechou a vitória em 4 a 3 para o Tricolor, que agora encara o Santos (vai ter moqueca de peixe a baiana!).

UH, CADÊ, A SAÚDE SUMIU! (ou Renuncia Monti!)



Senhor Secretário,

Viemos, nós, do Boteco do Valente, através desta humilde e pacífica carta, solicitar que o senhor reflita sobre o mal que está fazendo a nossa amada cidade. Todos temos a certeza que suas intenções sempre foram as melhores e que o senhor é um execelente médico.Eis mais abaixo, o porquê:desesperado, José Paulo Ferreira dos Santos, 21 anos, chegou ao Pronto-Socorro Central (PSC) de Bauru por volta das 15h de domingo com sua mãe, Neuza de Souza Meira, 60 anos, com dores no peito. Uma hora e meia depois ela morreu em seus braços. A causa do óbito foi infarto agudo do miocárdio. Revoltado, ele acusa o PSC de negligência no atendimento à sua mãe, que na avaliação dele, foi muito demorado. José Paulo conta que a unidade estava lotada quando chegou e que Neuza foi atendida às 16h, depois de passar pela avaliação de uma enfermeira. “A enfermeira mediu a pressão dela e disse que ela estava ótima e ia passar pelo médico. Impossível, porque minha mãe era hipertensa”, questiona José Paulo. Segundo ele, Neuza começou a ficar cada vez mais pálida, as dores aumentaram e ela começou a demonstrar sintomas de convulsão.“Eu disse para o médico fazer alguma coisa que a minha mãe estava muito mal. Ela estava nos meus braços e me disse: ‘Filho, estou indo’. E morreu. Eles não fizeram nada. A enfermeira que mediu a pressão dela estava rindo (logo depois do ocorrido)”, critica José Paulo. Sem declaração de óbito e sem saber as causas da morte de sua mãe, só restava velá-la. O corpo de Neuza foi levado para a Funerária São Vicente, onde recebeu as últimas homenagens de parentes e amigos. Foi sepultada ontem no cemitério do Jardim Redentor, em Bauru.Ontem à tarde, com o laudo em mãos, José Paulo informou à
reportagem que a causa da morte foi detectada como infarto agudo do miocárdio, hipertensão e tabagismo. E agora, Sr. Milton Monti e afins? Como se explica isso? Diariamente, os meios de comunicação divulgam o descaso do Poder Público com quem necessita de atendimentos básicos de saúde, evidenciando-se a incapacidade do Estado no tocante ao cumprimento de um dever constitucional e direito social de todos os cidadãos (CF, arts. 6º e 196). Destaquem-se, a propósito, o fornecimento de medicamentos de alto custo e uso contínuo aos portadores de câncer, o despreparo (para não dizer grosseria) para lidar com a população por parte de alguns médicos, inclusive leucemia, de hepatite e doenças degenerativas, e a fila de quem aguarda por procedimento cirúrgico de urgência, como a cirurgia coronária, para colocação de stents, a bariátrica, a de hérnia de disco, entre outras. O art. 196 da Constituição Federal dispõe expressamente que é dever do Estado adotar "políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação", o que inclui o fornecimento de medicamentos indispensáveis ao tratamento de pessoas portadoras de enfermidades.A realidade, porém, é que o Estado não está preparado para atender os cidadãos que dependem de tratamento médico como única possibilidade de manutenção da vida. Por sorte, o Poder Judiciário, guardião da Carta Maior e, por conseguinte, dos direitos individuais e sociais, vem cumprindo com rigor sua tarefa, obrigando o Estado a fornecer medicamentos e a prestar atendimento especializado a quem deles necessita. E cada dia mais juízes, desembargadores e ministros se alinham com tal posicionamento, já que o direito à saúde é indiscutível, concedendo liminares à pacientes de risco, para obtenção do tratamento de que necessitam, sujeitando-se o Poder Público, em caso de descumprimento da decisão, a pena pecuniária diária de valor bem significativo. A medida judicial tem se mostrado eficiente. O Estado, receoso de ser condenado ao pagamento de multa diária pelo não-cumprimento da obrigação, além de indenização por danos supervenientes, vem atendendo de pronto às determinações do Judiciário, permitindo, assim, ao cidadão usufruir de seus direitos assegurados na Carta Maior. Nada obstante, e de modo particular, ficaria bem mais satisfeito se o cidadão carente e doente de nossa cidade não precisasse bater às portas do Judiciário para fazer valer seus direitos assegurados na Carta Cidadã, e pra fechar vai um aviso aqui: uma hora dessas alguém em um dos hospitais públicos de Bauru vai se revoltar e aí... bom, o resto todo mundo já sabe! Queremos alertá-lo que o senhor infelizmente perdeu o apoio da maioria do povo e isso é irreversível. Nós agradecemos o seu imenso esforço e sua dedicação, mas é notório que sem apoio dos munícipes, o senhor só vai conseguir piorar ainda mais a situação da nossa gloriosa Secretaria Municipal da Saúde. Infelizmente o senhor se mostrou, através de suas ações, ineficaz para este cargo e isto não fará de você melhor ou pior que ninguem como pessoa. Pedimos que o senhor deixe o orgulho de lado e tenha hombridade para seguir em frente e deixar a Secretaria nas mãos de alguém que possa fazer melhor. Mais uma vez,nós, do Boteco do Valente, te pedimos com toda humildade, Pelo amor que o senhor tem pela saúde de nossa população, renuncia, Milton Monti, pelo amor de Deus!

10 de janeiro de 2011

Torcida Organizada - Modelos de Ata de Fundação e Estatuto

ATA DE FUNDAÇÃO DO GRÊMIO RECREATIVO, SOCIAL E CULTURAL TORCIDA ORGANIZADA TAL, ELEIÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA, ELEIÇÃO DO CONSELHO FISCAL, POSSE DA DIRETORIA ELEITA, POSSE DO CONSELHO FISCAL E APROVAÇÃO DO ESTATUTO, REALIZADA EM Aos 99 (oo) DIAS DE TAL MÊS DE 9999.


Aos 99 (oo) dias do tal mês de 9999, às 99:99 horas, na Av.Fulano de Tal , s/n, nesta Cidade, realizou-se sessão de fundação da G.R.S.C. Torcida Organizada TAL, com a participação dos senhores Fulano, RG de nº --- e CPF nº ---, residente e domiciliado nesta cidade à ---; Fulano, RG de nº --- e CPF nº ---, residente e domiciliado nesta cidade à ---; Fulano, RG de nº --- e CPF nº ---, residente e domiciliado nesta cidade à ---; Fulano, RG de nº --- e CPF nº ---, residente e domiciliado nesta cidade à ---; Fulano, RG de nº --- e CPF nº ---, residente e domiciliado nesta cidade à ---; Fulano, RG de nº --- e CPF nº ---, residente e domiciliado nesta cidade à ---; Fulano, RG de nº --- e CPF nº ---, residente e domiciliado nesta cidade à ---; Fulano, RG de nº --- e CPF nº ---, residente e domiciliado nesta cidade à ---; Fulano, RG de nº --- e CPF nº ---, residente e domiciliado nesta cidade à ---; Fulano, RG de nº --- e CPF nº ---, residente e domiciliado nesta cidade à ---; Fulano, RG de nº --- e CPF nº ---, residente e domiciliado nesta cidade à ---; Fulano, RG de nº --- e CPF nº ---, residente e domiciliado nesta cidade à ---; Fulano, RG de nº --- e CPF nº ---, residente e domiciliado nesta cidade à ---; Fulano, RG de nº --- e CPF nº ---, residente e domiciliado nesta cidade à ---; Fulano, RG de nº --- e CPF nº ---, residente e domiciliado nesta cidade à ---; Fulano, RG de nº --- e CPF nº ---, residente e domiciliado nesta cidade à ---; Fulano, RG de nº --- e CPF nº ---, residente e domiciliado nesta cidade à ---; Fulano, RG de nº --- e CPF nº ---, residente e domiciliado nesta cidade à ---;

Assumiu a presidência dos trabalhos o Sr. Ciclano, que instalou a Assembléia convidando o Sr. Beltrano, para secretariar a Assembléia. Dando continuidade aos trabalhos, o presidente esclareceu que a sessão tinha por finalidade fundar o G.R.S.C. Torcida Organizada TAL, a aprovação dos Estatutos da Associação, eleger a primeira Diretoria e dar posse imediata à Diretoria eleita, eleger o Conselho Fiscal e dar posse imediata ao Conselho Fiscal eleito.

Em conformidade com a ordem do dia, realizou-se o ato de fundação do G.R.S.C. Torcida Organizada TAL, por desejo e aprovação unânime dos presentes, designados membros fundadores. Em seguida foi apresentado o Estatuto da G.R.S.C. Torcida Organizada TAL, que após análise por cada membro presente foi aprovado por unanimidade.

Foram apresentados os candidatos aos cargos eletivos conforme o Estatuto da Associação, em chapa única, discriminada à seguir, tendo como presidente o Sr.. Ciclano, como vice-presidente o Sr. Fulano de Tal 4 , como secretário o Sr. Sr. Ciclano 2, como tesoureiro o Sr Beltrano 3, tendo sido aprovada e eleita pela totalidade dos membros fundadores presentes e imediatamente dado posse pelo presidente dos trabalhos o Sr. Ciclano 2 à Diretoria eleita.

Após isso, foi eleito o Conselho Fiscal sendo composto pelo Sr. Sr. Ciclano 2, pelo Sr. Ciclano 23 e pelo Sr. Sr. Ciclano 238, tomando posse imediatamente. Esgotando-se a ordem do dia e como ninguém mais desejasse fazer uso da palavra, o Sr. Presidente, agradecendo a presença de todos, submeteu a presente Ata à leitura de todos tendo sido aprovada pela totalidade dos presentes e assinado pelo secretário e por todos os presentes.

Fulano de Tal
Presidente

Beltrano de Tal
Secretário


G.R.S.C. Torcida Organizada TAL

ESTATUTO SOCIAL
CAPÍTULO I
Da Denominação, Sede e Finalidade.

Art. 1º A G.R.S.C. Torcida Organizada TAL, doravante neste ato simplesmente denominado Torcida TAL, fundado em 99 de Tal Mês de 9999, com sede na Rua Fulano de Tal, nº 99 na Cidade Tal, no Estado Tal, é uma entidade recreativa, esportiva, social e cultural, organizada nos termos das Leis civis do país, com número ilimitado de sócios.

Art. 2º - A Torcida TAL tem por fim:

a) Criar e proporcionar aos seus associados, o mais amplo convívio cívico, cultural, esportivo e social;

b) Implantar, sempre que possível, atividades, assistenciais, culturais, desportivas e de lazer, voltadas não somente a seus associados, mas também à população carente e à sociedade em geral, disponibilizando a sua Sede Social para tais eventos;

c) Agrupar, unir e organizar torcedores do TAL Futebol Clube, para as finalidades descritas neste artigo, bem como para o incentivo a este Clube em praças esportivas.

d) Colaborar juntamente com seus associados, sempre que possível, com órgãos do Poder Público  e Instituições de ajuda comunitária, bem como ficar atento e prestar a ajuda que estiver ao seu alcance em eventuais situações de emergência da Cidade Tal.

CAPÍTULO II
Da Presidência da Diretoria

Art. 3º - Cabe ao Presidente da Diretoria da Torcida TAL:

1) Presidir as reuniões da Diretoria, com voto de desempate;
2) Assinar atos decorrentes de deliberações da Diretoria;
3) Firmar compromissos aprovados pela Assembléia Geral e pelo Conselho Fiscal;
4) Nomear os diretores, designar suas funções e criar órgãos auxiliares, necessários à administração;
5) Admitir e demitir funcionários;
6) Assinar juntamente com o Tesoureiro ou seu substituto os cheques bancários, títulos e dívidas necessárias à administração e que não onerem diretamente bens imóveis do patrimônio social;
7) Representar a associação em juízo e fora dele;
8) Cumprir e fazer cumprir este estatuto.

Art. 4º - A Presidência da Diretoria do G.R.S.C. Torcida Organizada TAL será exercida por um brasileiro, maior de 18 anos, que tenha registro como sócio contribuinte e esteja quites com os “cofres” da Associação.

Parágrafo 1º – Juntamente com o Presidente da Diretoria será eleito o Vice-Presidente que deverá reunir as condições exigidas para o primeiro e que a este deverá substituir em caso de faltas ou impedimentos.

Parágrafo 2º – Se ocorrer à vaga da Presidência ou Vice-Presidência da Diretoria, os cargos hão de ser preenchidos por eleição.

CAPÍTULO III
Da Diretoria

Art. 5º - A Diretoria, órgão de administração da Torcida TAL, é constituída de:

1) Um Presidente;
2) Um Vice-Presidente;
3) Um Tesoureiro;
4) Um Diretor Geral.
5) Um Diretor de Patrimônio;
6) Um Diretor de Bateria;
7) Um Representante em cada subsede.

Parágrafo Único – caberá ao Presidente da Diretoria nomear os membros previstos nas alíneas "2", “3” e “4” deste Artigo.

Art. 6º - A Diretoria, por convocação de seu Presidente, se reunirá na sede da Torcida TAL e tem por competência a execução das normas e diretrizes fixadas por este Estatuto, pela Assembléia Geral e pelo Conselho Fiscal, cabendo-lhe ainda a fixação dos valores das contribuições dos sócios contribuintes.

Parágrafo Único – Poderão os membros da Diretoria indicar ao Presidente desta, a nomeação de Diretores Adjuntos para colaborar com o melhor desempenho de suas funções.

CAPÍTULO IV
Dos Sócios
 
Art. 7º - O quadro social da Torcida TAL compõe-se de sócios de ambos os sexos, sem distinção de raça, religião, classe social, deficiência, nacionalidade, ou quaisquer outros motivos, constantes de 03 (três) categorias:

1- Fundadores – São aqueles relacionados na ata de fundação da Torcida TAL, sendo reconhecidos seus direitos de freqüentar a sede social e participar das atividades da Associação, bem como terem seus nomes inscritos em quadro de honra e em lugar de acesso público na sede social;

2- Beneméritos – São os que, mediante iniciativa da Diretoria ou por proposta escrita e fundamentada de pelo menos 05 (cinco) Conselheiros, se tiverem distinguido na prestação de relevantes serviços a Torcida TAL;

3- Contribuintes – São aqueles que adquirirem a qualidade de efetivos nos termos deste Estatuto, sendo admitido a integrar o quadro social mediante simples manifestação de vontade e que contribuam, periodicamente, com importância em dinheiro fixada pela Diretoria.

Art. 8º - É Direito dos sócios da Torcida TAL, das 03 (três) categorias, freqüentar a sede social, participar de reuniões sociais, desportivas, recreativas, e culturais, exercer cargo ou função na administração e recorrer de atos e decisões.

Parágrafo Único – Nas Assembléias Gerais somente poderão participar os sócios mencionados no Artigo 5 deste Estatuto como votantes, e ser votado somente após 01 (um) ano da data de aquisição do direito de votar.

Art. 9º - São deveres dos sócios da Torcida TAL a obediência às Leis, às decisões dos poderes da Associação, a este Estatuto e a poderes e órgãos de hierarquia superior, bem como atender com pontualidade ao pagamento das contribuições, zelar pela conservação da sede e materiais existentes na Associação e respeitar consócios e autoridades dos poderes e órgãos administrativos, indenizando os danos causados por imperícia, imprudência ou negligência.

Parágrafo Primeiro – Os associados respondem pelas obrigações sociais.

Parágrafo segundo – Os associados, pelas faltas disciplinares que vierem a cometer, serão passíveis das punições mencionadas a seguir, que serão aplicadas a critério da Diretoria de acordo com a gravidade da falta cometida e sem que necessariamente sejam aplicadas nesta ordem:

a) Advertência verbal;
b) Advertência escrita;
c) Suspensão;
d) Eliminação.

Art. 10º - Aos sócios apenas correm as obrigações pecuniárias próprias e decorrentes da admissão dos mesmos, não se lhes estendendo solidariedade às obrigações assumidas pela Torcida TAL.

Parágrafo Primeiro – Em conseqüência do disposto neste Artigo é a Torcida TAL, personalidade distinta da de seus sócios, sem prejuízo da responsabilidade funcional destes, em virtude de atribuições assumidas no exercício de cargo ou função em órgão ou poder de administração social.

Parágrafo Segundo – A associação não se responsabiliza civil ou criminalmente por atitudes isoladas e pessoais de seus associados.

CAPÍTULO V
Do Patrimônio

Art. 11º - O Patrimônio da Torcida TAL constitui-se de doações, legados, auxílios, subvenções, bens móveis e imóveis adquiridos ou cedidos ou que venham a ser adquiridos ou cedidos, contribuições e outras aquisições proporcionadas por quaisquer pessoas e recebidas, salvo provisão estatutária ou autorização da Assembléia Geral, sempre sem encargos; eventuais rendas de campanhas financeiras, festivais, concursos ou sorteios autorizados pelos poderes competentes; das contribuições dos sócios contribuintes; das renda ou porcentagens que lhe couber pela participação em festividades, jogos desportivos e competições de qualquer natureza; do produto da venda de qualquer bem considerado dispensável a critério da Diretoria e aprovado em Assembléia Geral; além de rendas que de algum modo autorizadas, venham a produzir qualquer bem para a Associação.

Parágrafo Único – As campanhas financeiras, festivais, concursos e sorteios a que se refere este Artigo, poderão ser promovidos diretamente pela Associação, bem como por associados, individualmente ou em grupo, desde que autorizados pela Diretoria, sob responsabilidade desta.

Art. 12º - A arrecadação financeira da Torcida somente poderá ser aplicada em investimentos depois de cobertas todas as despesas de custeio.

Art. 13º - Os bens patrimoniais da Torcida TAL somente poderão ser alienados ou de qualquer modo onerados, mediante autorização da Assembléia Geral.

CAPÍTULO VI
Das Disposições Gerais

Art. 14º - Da Eleição

Parágrafo Primeiro – Serão considerados eleitos como Conselheiros Efetivos os 05 (cinco) candidatos mais votados e como suplentes os que obtiverem a 6ª. e a 7ª. colocações, sendo que, a posse dos mesmos se dará imediatamente após a proclamação dos resultados da eleição.

Parágrafo Segundo – Em caso de empate no que se refere o parágrafo primeiro deste Artigo, o desempate far-se-á por antiguidade de matrícula no quadro de associados da Torcida TAL, ficando aquele com a matrícula mais antiga com a vaga.

Art. 15º - A eleição deverá ser por chapa, inscrevendo-se para tanto, chapas onde constem o nome dos candidatos a Presidência e Vice-Presidência da Diretoria, com antecedência de 72 (setenta e duas) horas ao início do pleito.

Parágrafo Primeiro – Será considerada vencedora a Chapa que obter maior número de votos.

Parágrafo Segundo – Em caso de empate, será considerada vencedora a Chapa cujo candidato a Presidente tenha matrícula mais antiga no quadro de associados da Torcida TAL.

Parágrafo Terceiro – A posse dos eleitos será imediatamente após a proclamação dos resultados da eleição, sem prejuízos de eventuais solenidades posteriores.

Art. 16º - Após a aprovação deste Estatuto, o Presidente da reunião, convocará Assembléia Geral para eleição dos restantes 50% do Conselho Fiscal e seus suplentes que serão não vitalícios com mandato de 04 (quatro) anos, em indicará o Presidente desta Assembléia.

Art. 17º - A omissão deste estatuto será suprida pela Diretoria, sem prejuízo de posterior manifestação da Assembléia Geral ou do Conselho Fiscal.

Este Estatuto poderá ser reformado total ou parcialmente em reunião do Conselho Fiscal, especialmente convocada para este fim.

Art. 18º - A dissolução da Diretoria da Torcida TAL somente se dará mediante exposição de motivos e convocação pelo Conselho Fiscal de Assembléia Geral em que votem pelo menos 2/3 dos associados quites com os “cofres” da Associação.

Art. 19º - Em caso de dissolução, na forma do Artigo anterior, deverá o Conselho Fiscal se reunir com a finalidade de deliberar sobre a destinação dos bens da Associação.

Art. 20º - Este Estatuto entrará em vigor no ato de sua aprovação ficando revogadas todas as disposições em contrário.

Art. 21º - Subscrevem o presente, o Presidente da Reunião de Fundação, e depois de escolhidos, o Presidente do Conselho Fiscal, além do Presidente da Diretoria.




6 de janeiro de 2011

BOLSA FAMÍLIA: CEF DÁ BEIÇADA HISTÓRICA!

A Caixa Econômica Federal vai cobrar dos beneficiários do Bolsa Família os valores repassados a mais, em setembro e outubro, por conta de erro do sistema do banco (o mais apropriado nesse caso seria beiçada!). Segundo informações da Caixa, foram transferidos indevidamente (um beiço monstro, dessese dignos  de entrar para a História do Brasil!)  R$ 11,153 milhões para a conta de 82.595 famílias (a galera passou a metade de 2010 com o bolso cheio de grana!). O desconto dos valores começará a ser feito a partir de março (hummmmmm.... sei esse desconto!).

Segundo o superintendente nacional de programas sociais da Caixa, Roberto Barreto, o problema foi identificado no fim de outubro e corrigido em novembro (depois que o leite derramou, não adianta chorar!). Ele fez questão de frisar que não há relação entre a falha do sistema e o período eleitoral. 'Foi uma fatalidade, um erro. A Caixa vai buscar o ressarcimento para que a União e a sociedade não sejam prejudicadas', disse.

Barreto explicou ainda que todas as famílias que receberam um benefício maior do que devido receberão uma notificação do banco, informando que o valor pago a mais será descontado do benefício do mês seguinte. O desconto mensal não será superior a 25%, ou seja, algumas famílias devolverão o dinheiro em até 27 meses. 'Algumas conseguirão pagar em duas parcelas. Outras precisarão de 27 meses. Mas 75% das famílias vão devolver os recursos em até 12 meses.'

Segundo Barreto, o problema no sistema ocorreu no momento da atualização dos cadastros desses beneficiários. Com isso, algumas famílias que não teriam mais direito ao valor básico do benefício acabaram recebendo o montante indevidamente. A maior parte das famílias que receberam a mais, 50,34%, é do Nordeste.

O Bolsa Família atende mais de 12 milhões de famílias. Dependendo da renda familiar por pessoa (limitada a R$ 140), do número e da idade dos filhos, o valor do benefício pode variar de R$ 22 a R$ 200. Agora eu quero ver o bicho pegar, pois a CEF já entrou 2011 fazendo feio, e eu quero ver alguém devolver, pois metade desse dinheiro já foi praticamente gasta!